Derrama-se o sangue do indefeso.

    Em nome da defesa do terrorismo pratica-se terrorismo maior...

    Contra vítimas que nada podem fazer contra o armamento pesado, comandado sempre por covardes que ficam atrás de gabinetes, no comando de inúmeras mortes e, consegue, pudera...ainda dormir.

 

    O poeta faz com a pena sua manifestação.

    Uma pena que agora treme perante a violência que assusta a todos, mas que se mantém forte ante o objetivo que é o da paz. Ruma-se ao encontro do entendimento em nome destas vítimas do poder absoluto o que será dos homens se não cederem a tempo a palavra que emana do amor? O que será daqueles que falam em nome de um deus que traz a morte e o rastro de sangue de crianças, mães e pais de família.

    A poesia não se cala. Nas mãos do poeta a serviço desta paz que todos buscam, se manifesta agora.

 

    O poeta não se acovarda, não busca poder nem conquistas que não seja a do coração e, na esperança de conquistar até mesmo os corações mais duros, faz o poeta de sua pena o instrumento que grita.

    Simplesmente, para poder continuar vendo o sorriso na face da criança que hoje chora pelo medo, a paz no coração da mãe que hoje vive em desespero.

     Avante poesia!

    Vai...Toma teu rumo, atravesse as nações, penetre nos corações, mude os pensamentos violentos, mostrando a todos que só existe um caminho que se leva a vitória. O amor...

 

 

 
02/08/2006
SP/Brasil
Cônsul Poetas del Mundo
 
 
 
 

Indique este Site!