Pouco é o tempo,
 infinito  é nosso amor
Sil Cervantes
 
 
Do muito que te quero,
é mesmo pouco o tempo...
Do muito que minha pele anseia
teu toque,
a suavidade dos teus dedos
seguindo a gota de suor que escorre
sorrateira
das costas até as coxas,
e as longas madeixas que
cheiras infinito,
 e se enroscas num gemido...
Poucas as horas que me lambes,
me assanhas com artimanhas
Poucas as vezes que me engoles as seivas
derramadas do prazer que me dás...
Pouco tempo para infinitos momentos,
 poucas horas, para muito amor,
muito prazer, muita vida... 
 Pouco é o tempo,
mas infinito se faz,
quando estou em teus braços
Porque nosso amor, não
se mede em horas, nem
se conta em tempo
 grande demais
é sua intensidade
e esta é a inegável verdade!
 
       
Agora o mundo é só nosso!...
 
Em meus braços te quero...
saborear cada segundo
deste tempo que agora é só nosso...
Viver este amor
desde o nascer do sol a seu poente...
E quando a noite chega
entregamo-nos um ao outro em noites intermináveis de prazer...
Pudera ser dono do tempo
aumentaria cada hora,
só para poder estar ao teu lado
 continuar a viver este sentimento
que em minhas entranhas se instalou!
 
Paulo Nunes Junior
17/04/2006
 

 
 

 
 

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