Mãos dadas ao amor!

 

 

Não se pode sucumbir ao mal renunciando a nosso direito de ver e escutar. Ao mal levemos nosso amor; à escuridão levemos a nossa luz... Na medida em que o amor adentra ao coração tomado pela ignorância estamos ali fazendo o que nosso Pai espera de cada um de nós.

 

 

Aqueles que perdem tempo precioso da vida a ocupar espaços com a única finalidade de cuidar da vida de seu próximo, e faz de sua língua, ao invés de instrumento de doçura e união lamina afiada a cometer assassinatos morais.

 

 

A estes, lancemos nossa compaixão. São ignorantes que nutrem e a cada dia alimentam o mal...

 

 

Jamais um filho de Deus usa da fraqueza de seu irmão para se promover ou, para acabar de matar a vítima agonizante, este somente é recurso dos sem escrúpulos que passam a vida entre becos escuros e ao seu redor não se dão conta da luz oferecida pelo Senhor absoluto do universo...

 

 

O ‘julgo’ é algo que só poderá ser praticado por seres com extrema luz e jamais por nenhum de nós que ainda estamos em uma escola de aperfeiçoamento.

 

 

Aqueles que passam seus dias a fomentar o horror devem ser isolados de nosso convívio, mas nunca de nossas orações. Assim, quem sabe, um dia estará preparado para ser chamado de nosso irmão.

 

 

A vaidade é algo efêmero, pois, do que poderemos nos envaidecer a não ser de nossos atos, os únicos que ficam mesmo após a nossa partida. O resto é resto! É corpo que apodrece e roupa que se vai - bens materiais que desaparecem.

 

 

Enfim, prossigamos nossa caminhada em torno do bem, e isolemos os seres da escuridão - vampiros de almas - nunca esquecendo que mesmo a eles, nossas orações jamais devem deixar de serem oferecidas...

 

Paulo Nunes Junior

 

 

 

 

www.paulonunesjunior.com.br

 

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