Ah... Se nesse dia rompessem ao infinito as minhas centelhas,

E, desse instante, por derradeiro outono à minha existência,

fosse última gota orvalhada que ao conto de fadas assemelha

e nesta data alcançada essa gigante ceifasse sem reverência...

  

Eu não pediria clemência, nem perdão a este apogeu iluminado,

apenas um segundo, num instante fértil pudesse correr o mundo;

derrubaria muros de lamentos, o tempo esvaído sem ter amado...

Amaria ainda o que perdi, novas pessoas neste lampejo fecundo.

 

Se tal gigante me aguardasse, avisado sem mutiladas despedidas,

Nestes caminhos, meus espinhos relevaria num beijo em cada flor

sob a toscana enluarada, dentro do rito mágico do sol desta vida

no lapso temporal atroz, entregar-me-ia no coração de meu amor.

 

Princips

15/07/06

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"Nem toda ausência é falta de amor!" - Tania Lemke

 

 
 
 
 
       
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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