Sai prá lá! (sic)
 
Que chatice deve ser o despertar a teu lado!
Largado que foi por tuas iludidas vítimas.
Não há uma só que sobreviva a tal fado,
preferem fugir do engodo em que te arrimas.
 
Nos teus olhos doloridos de tantos dias,
seca o pranto-gélido em teu rosto agreste,
malabarista solitário, exótico de falas frias...
Vitimando os desavisados com sua peste.
 
Sai prá lá, esquece a coexistência forçada,
Não retirarás alimento fomentando tua guerra.
Fratrícidas serão sempre a luta de teu ideais!
 
É plúmbeo o mate que ofereces nessa terra
derivam de tuas insólitas histórias desleais.
Sai prá lá... Procure vítimas amordaçadas!
 
Príncips
 
em alusão
ao boi-sem-cabeça; ao pé-de-porco-preto
 
 

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