Agonia 
Princips
 

De teu canto corrompido brotam sementes sem elegância

Profecias dos martírios inalantes das próprias lembranças

Em seu peito dolorido o esquecimento cativo de vigilância

De cerne ventre em âmago profundo o choro de tua criança

 

Do amor de aconchego triunfo quem sabe licor à tua esperança

Talvez de sofrido grito a lágrima seca embalada na sua arrogância

Quem sabe pranteia escondida o choro parco mísero que te avança

Quiçá perceba vida descolorida no breu profundo de suas estâncias

 

 Exército psicótico em conclusão queima na cor sombria por mendicância

Oras tu, que ato ímpeto voluntarioso rolou no roto lúgubre que anuncias.

Mais, em riste aponte alavanca teu próprio chão caindo de tuas andanças;

Sapiência tola que primeira fala te enganas correndo trôpega sem aliança

 

Não são os ventos tão poucos os mares o fenecer amargo da própria cria

É a verdade que te reclusa o alicerce do entendimento e da temperança

Jamais os pares pactuam a maldição é o desejo que inclina a profecia

Cante o teu bem para meu apogeu e tilintar de meus ventos de bonança.

 

 

Princips

11/05/06

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